terça-feira, 28 de maio de 2013

Relação entre conteúdos lecionados - Ano letivo 2012/2013

Ao longo do ano letivo vários foram os temas abordados nas aulas de Organização e Desenvolvimento Desportivo (ODD), nomeadamente, começamos pela caracterização de sistemas; sistema desportivo; conceitos inerentes a um sistema (interação, globalização, organização e complexidade); lei de bases do sistema desportivo tendo em conta os conceitos; funcionamento de um sistema (fluxos, centros de decisão, canais de retroação e prazos); análise swot; caracterização do sistema autárquico quanto à estrutura, funcionamento e problemas; plano anual de atividades; inovação; criação de atividades inovadoras tendo em conta o sistema empresarial; financiamento do desporto; frases de Hegel e de Steve Jobs; desporto e política - do sexo ao desporto; coaching; filme "Infiltrado"; e desporto no futuro.

A relação que existe entre todos os conteúdos referidos acima é por ambos estarem relacionados com o desporto. O sistema desportivo, sistema base que foi mais falado durante o ano letivo, é um sistema que para funcionar em condições necessita dos restantes sistema, sendo eles: educativo, autárquico e educativo.
Por fim, posso concluir que todos os conteúdos dados ao longo deste ano letivo teve como objetivo de informarmo-nos acerca dos diferentes tipos de sistemas (desportivo, educativo, autárquico e empresarial) e como estes se interagem entre si e com o desporto.

terça-feira, 7 de maio de 2013

O desporto no futuro

Na minha opinião o desporto do futuro evoluirá em termos tecnológicos, pois devido à ciência que permite novos métodos de treino com mais conhecimento.
Em Portugal o desporto mais conhecido e visto é o futebol, contudo, devido à ciência, à tecnologia, vários desportos puderam conseguir subsair-se e assim passarem a ser conhecidos também.
E por fim, penso que haverá bastante evolução nos desportos para pessoas portadoras de deficiências.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Relatório da atividade Troféu Espírito Desportivo

Identificação:
Joana Duarte
Nº12
12ºD1

Identificação da atividade: Troféu Espírito Desportivo - Festa do Desporto
Tipo de atividade: Torneio desportivo interescolas
Data da atividade: 10 de Abril de 2013
Data de conclusão do relatório: 16 de Abril de 2013
Entidade promotora da atividade: Câmara Municipal de Silves
Participantes organizativos: Funcionários da Câmara Municipal de Silves, 12º ano do Curso Tecnológico de Desporto e professores das Escolas EB 2,3 do Concelho de Silves
Público alvo: Alunos das escolas EB 2,3 do Concelho de Silves (Silves, São Bartolomeu de Messines, Armação de Pêra e Algoz)

Nº de inscritos/participantes: +/- 440
Nº de equipas: 20

Quadro de tarefas:


Grupo
Tarefa
Resultado
Futebol – Daniella Nóbrega, João Simões, Ricardo Cabrita e Ricardo Pires
Arbitragem e controlo dos boletins de jogo
Positivo
Basquetebol – Joana Correia, Miguel Vieira e Roberto Inácio
Arbitragem e controlo dos boletins de jogo
Positivo
Andebol – Vanessa Martins, Melissa Neves, Andreia Silva
Arbitragem e controlo dos boletins de jogo
Positivo
Corfebol – Gonçalo Reis, Guilherme Lourenço e Joana Duarte
Arbitragem e controlo dos boletins de jogo
Positivo
Voleibol – Mariana Abreu, Catarina Silva, Ana Carolina e Ruben Cardoso
Arbitragem e controlo dos boletins de jogo
Positivo
Fotografia – Marco Fortes
Fotografia
Positivo


Descrição da atividade:
     No dia 10 de Abril por volta das 8H25 os alunos encontraram-se na entrada da escola, pois viria um carro e uma carrinha de 9 lugares buscar parte dos alunos.
     Os alunos que moravam em São Bartolomeu de Messines e outros que foram no carro do Ricardo Cabrita chegaram mais cedo ao local, esses ajudaram os colaborados e trabalhadores da Câmara Municipal de Silves a preparar o local para o evento, como definir as linhas e montar os campos.
     Quando todo a turma chegou houve uma pequena reunião de como seriam distribuídos os alunos por cada um dos 5 setores, nomeadamente no Futebol ficou o Ricardo Cabrita, João Simões, Daniella Nóbrega e Ricardo Pires; no Basquetebol ficou o Miguel Vieira, Joana Correia e Roberto Inácio; no Andebol ficou a Vanessa Martins, a Melissa Neves e a Andreia Silva; no Corfebol ficou o Gonçalo Reis, o Guilherme Lourenço e a Joana Duarte; e no Voleibol ficou a Ana Carolina, a Mariana Abreu, Catarina Silva e Ruben Cardoso.
     O meu setor foi o do Corfebol, consiste num jogo coletivo e misto composto por 8 jogadores (4 raparigas e 4 rapazes), com duração de 30 minutos (15 minutos cada parte).
     Depois de todos os jogos terminados, em ambas as modalidades, procedeu-se à arrumação e limpeza do local. Por fim, foi a entrega de prémios (1º, 2º, 3º e 4º lugar), prémios fair-play do evento, prémio fair-play da Escola Secundária de Silves e prémios para os melhores alunos de cada escola e de cada ano de escolaridade.



Recursos Humanos:
  • Câmara Municipal de Silves (trabalhadores e colaboradores do setor de Desporto e Juventude);
  • Presidente da Câmara Municipal de Silves;
  • Diretor do agrupamento de escolas de Silves;
  •  Alunos do 12º Ano do Curso Tecnológico de Desporto (18);
  •  Funcionários escolares;
  • Bombeiros Voluntários de São Bartolomeu de Messines;
  • Professores de educação física das escolas EB 2,3 do Concelho de Silves.

Recursos Materiais:
  • Bolas de futebol (4);
  • Bolas de basquetebol (4);
  • Bolas de andebol (4);
  • Bolas de corfebol (3);
  • Bolas de voleibol (4);
  • Balizas (8);
  • Coletes (21);
  • Cestos de basquetebol (2);
  • Cestos de corfebol (4);
  • Guarda-sóis (8);
  • Microfone;
  • Lanches;
  • Águas;
  • Boletins de jogo;
  • Canetas;
  • T-shirts de participantes (+/- 400);
  •  T-shirts dos organizadores/colaboradores (+/- 30);
  • Colunas;
  • Sistema de som;
  • Fitas autocolante;
  • Apitos (10);
  • Mesas (10);
  • Cadeiras/Bancos;
  • Cronómetros (5);
  • Caixotes do lixo;
  • Medalhas;
  • Troféus (5);
  • Máquinas fotográficas (3);
  • Ambulância.

Recursos Financeiros:
  • Não tomamos conhecimento dos recursos financeiros.

Recursos Espaciais:
  • Pavilhão da Escola EB 2,3 João de Deus;
  • Campo sintético do União Desportiva Messinensse.

Aspetos positivos:
  • Não ocorreram incidentes;
  • Houve uma boa colaboração entre os alunos do 12º ano da Escola Secundária de Silves e os colaborados da Câmara Municipal de Silves;
  • O espaço era adequado;
  • As águas, lanches e prémios foram suficientes;
  • Todos cumpriram o seu trabalho;
  • Não houve lixo no chão;

Aspetos negativos:
  • Condições climatéricas;
  • Atraso da carrinha;
  • A modalidade de basquetebol não se integrava muito com o evento, pois era praticada dentro do pavilhão da escola enquanto todas as outras modalidades estavam no campo;
  • Atraso por parte da escola de Armação de Pêra fez com que houve um atraso no começo do evento;
  • A escola de Armação de Pêra e a do Algoz tinham as t-shirts da mesma cor.

Estratégias de melhoria:
·         Aviso prévio de que iriamos arbitrar estes jogos e ter alguma formação de arbitragem de algumas modalidades (por exemplo, corfebol);


Arranjar mais transportes, por exemplo um autocarro grande para cada uma das escolas.


Conclusão:
Concluindo, tirando o facto de ter chovido no decorrer dos torneios a atividade correu bastante bem e os horários conseguiram ser minimamente cumpridos.
Houve um bom ambiente e cooperação entre participantes, organizadores e colaboradores.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Desporto e Política - Paradoxos e Realidades


Do sexo ao Desporto (resumo)

    Segundo o autor deste artigo, o desporto é um produto da civilização industrial, e Alvin Toffler afirmou que o paradigma  organizacional da civilização industrial contaminou todas as atividades do homem desde o sexo ao desporto.
    Quanto ao sexo são os teóricos que analisam segunndo o modelo de Toffler, quanto ao desporto existem bastantes formas de o caracterizar segundo esse modelo, até porque o desporto se pode conceber como um sistema onde cada um faz o que quer, quando quer e como quer, falando na altura em que foi escrito o artigo. 
     Em 1900 começaram a ser realizadas atividades de uma forma formalizada que até aí se tinham realizado de uma forma mais desorganizada, tais como concursos de força, concurso pedestre, corridas de automóveis em estradas, primeiro concurso da liga de futebol, primeira prova de natação, provas de ciclismo, primeira travessia do Tejo a nadar, primeira competição hípica e primeira maratona. 
   Este desenvolvimento foi rápido, mas ainda assim faltava alguma coordenação e promoção das atividades.
     O futebol era o único desporto que tinha processos de treino, pois apenas treinavam uma vez por semana por não tinham resultado individual como por exemplo o atletismo.
    Os aspetos formais da organização desportiva foram desencadeados pela especialização e diversificação das práticas desportivas, pois a especialização levava ao profissionalismo.
     O autor questionou-se acerca de como seria possível as pessoas executarem tarefas sem estarem formadas para tal, por exemplo, como era possível um dirigente de um clube não ter formação para o dirigir, pois sem saber como dirigir o clube, era difícil de o levar ao sucesso.
      Por esta razão, o processo de formalização das práticas desportivas, passa também por definir e regulamentar as suas práticas, por isso era necessário formalizar e institucionalizar em Portugal um sistema claro de formação de recursos humanos, e para isso o Estado tem de assumir as suas responsabilidades.


     Na nossa opinião, este artigo tem uma importância bastante acentuada, na medida em que para que haja evolução a nível desportivo, é necessário que haja organização e gestão, nomeadamente uma formalização do sistema, criando regras e condutas em defesa  da saúde pública e dos interesses e dignidade do próprio país, de modo a que as pessoas já não possam fazer "o que querem, como querem e quando querem".
     Hoje em dia já existem muito mais regras do que na altura descrita no artigo, mas apesar disso, ainda seria necessário a criação de mais regras e a evolução do sector desportivo, pois quanto maior for a evolução, melhor estará o sector.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

1. "A única lição da história, é que da história não se extraem lições" - Hegel
Dá-me a entender que nós temos a nossa vida no geral e durante ela nós passamos por várias lições, isto é, passamos por vários momentos, uns bons e outros maus. Pois isto é a lei da vida.

2. "Se olharmos para o nosso próprio corpo, as nossas células são especializadas, mas cada uma delas tem o plano global de todo o organismo" - Steve Jobs
Dá-me a entender que existem várias pessoas, vários seres humanos e todos têm o mesmo papel, as mesmas funções, o mesmo ciclo da vida - nascem, crescem e morrem - contudo cada um tem/faz a sua vida à sua maneira, por exemplo cada um tem uma profissão, cada um faz as lidas da casa à sua maneira. E com isto quero dizer que, por fora todos somos iguais mas por dentro todos somos diferentes.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Outros Tipos de Financiamento do Desporto

Várias são as fontes de financiamento:
  • Orçamento Geral do Estado;
  • Orçamentos das Regiões Autónomas;
  • Orçamentos das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia;
  • Orçamentos das Federações e Associações, as quais, esssencialmente, apenas organizam as provas;
  • Orçamentos dos Clubes e das SADs;
  • Empresas particulares;
  • Mecenato;
  • Dirigentes, famílias e atletas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Financiamento do Desporto


1- MECENATO DESPORTIVO
É um conjunto de incentivos fiscais para estimular as empresas particulares a efectuarem donativos a favor de entidades privadas e públicas no quadro do S.D. em benefício do desporto.

            1.1- ESTATUTO DO MECENATO
             (Dec. Lei nº 74/99, de 16 Março)

            1.2- Definição
Realiza-se com vista à definição dos objetivos, da coerência, da graduação e das condições de atribuição e controlo dos donativos, bem como à criação de um regime claro e incentivador, com unidade e adequada ponderação da sua relevância, e à definição da modalidade do incentivo fiscal, em sede de IRS e IRC, que melhor sirva os objetivos da eficiência e equidade fiscal.

            1.3- Tipos de Donativos
  • Donativos em dinheiro;
  • Donativos em espécie, podem subdividir-se em bens (computadores, equipamentos, refeições, material desportivo, viaturas, entre outros) ou em serviços (publicidade, lavandaria, entre outros).

            1.4- Limite máximo de donativos
Em entidades privadas, como clubes, associações, federações, comité olímpico de Portugal, confederação do desporto de Portugal e associações promotoras de desporto, estes tem um limite de 6/1000 do seu volume de vendas; ao Estado e à Fundação do Desporto não existe limite.

            1.5- Benefícios Fiscais
O reconhecimento ministerial dos benefícios fiscais é feito em todos os donativos a favor de entidades privadas, para benificiar do regime de mecenato desportivo, carecem de reconhecimento a efetuar por despacho conjunto dos Ministros das Finanças e da tutela; exceto os donativos efetuados a favor do Estado ou da Fundação do Desporto.

            1.6- Quem pode receber/quem pode participar
Quem pode receber são as entidades privadas, contudo o Estado e Fundação do Desporto também pode participar.